Tertúlia português(online): 'Não fossem as sílabas do sábado' de Mariana Salomão
Detalles
La tertulia se desarrollará a través de la plataforma de videoconferencias www.jitsi.org
El normbre de la reunion es: Tertulia_ NaoFossemAsSilabas
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SOBRE O LIVRO
Meticulosamente burilado a partir do desamparo de uma mulher cujo futuro é interrompido pela morte inesperada do seu companheiro e pelo nascimento de uma filha que terá de criar sozinha, este romance coloca o leitor à janela do luto e diante de um recomeço: Ana perde André, Madalena perde Miguel, Catarina nasce. Uma só tragédia põe fim a histórias que não chegaram a ser traçadas e une para sempre as mulheres que lhe sobreviveram. No ringue onde elas foram lançadas, assistimos a um duro e terno embate de solidões, numa narrativa íntima, que assombra pela lucidez e comove pela universalidade.
Magistral e afinadíssimo — ainda que o tempo se deixe baralhar pelos hiatos e memórias, pelo que nunca chega a acontecer e pelo que nunca deveria ter acontecido —, Não fossem as sílabas do sábado consagra Mariana Salomão Carrara como uma das vozes mais singulares da literatura em língua portuguesa. Assenta num enredo mínimo e alcança uma proeza máxima — a de colocar a literatura ao serviço da intimidade, transportando ambas para um lugar que todos os leitores reconhecem. Um romance lugubremente luminoso, que nos fala ao ouvido.
SOBRE A AUTORA
Graduou-se em Direito pela Universidade de São Paulo em 2009, tendo sua experiência acadêmica e prática orientada à área criminal. Desenvolve pesquisa no âmbito do Ensino Jurídico e trabalha como defensora pública.
Tem interesse na escrita desde criança. Na adolescência, conheceu as obras de Lygia Fagundes Telles, o que foi determinante para sua escrita
Seu primeiro livro publicado foi o romance Idílico (2007), seguido por Delicada uma de nós (2015), Fadas e copos no canto da casa (2017), Se Deus me chamar não vou (2019, finalista do Prêmio Jabuti em 2020), É sempre a hora da nossa morte amém (2021) e pelo vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura de 2023, Não fossem as sílabas do sábado (2022).
Em 2024, publicou o romance A árvore mais sozinha do mundo, que recebeu o Prêmio São Paulo de Literatura de 2025, e participou com um conto da antologia O dia escuro, organizada por Fabiane Secches e Socorro Acioli.
